Déficit de Atenção e Hiperatividade

O tratamento do TDAH favorece o pleno desenvolvimento intelectual, emocional e social das crianças afetadas.

TDAH - Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

Tratamentos e abordagens ao longo da vida

Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) afeta 7 em cada 100 crianças e prejudica o desenvolvimento escolar e social. O TDAH é um problema do desenvolvimento do cérebro e está presente no mundo inteiro na mesma frequência, cerca de 7% das crianças em idade escolar. Aparentemente as regiões frontais do cérebro, responsáveis pela atenção e concentração demoram mais para se desenvolver que em indivíduos normais e isso acarreta uma dificuldade de aprendizado.

Impactos do TDAH na vida escolar

Conforme a criança avança nas etapas do ensino fundamental, espera-se que ela se torne cada vez mais capaz de lidar com uma quantidade crescente de disciplinas e conteúdos. Quando entram para o sexto ano (antiga quinta série), além de terem mais matérias e um número grande de professores, exige-se que a criança já tenha autonomia para manter sua agenda atualizada sem ajuda e seja capaz de fazer suas lições de casa desacompanhadas. É nesse momento que a maioria dos pais e professores percebe que o menino ou menina não tem se desenvolvido como seus pares na sala de aula.

Os três principais sintomas do Déficit de Atenção e Hiperatividade

Os sintomas principais do TDAH são a desatenção, a hiperatividade e a impulsividade. Contudo, é preciso notar que não são necessários os três elementos para o diagnóstico e uma criança pode ser só desatenta, enquanto outra pode ser predominantemente hiperativa. O importante a saber é que cerca de 90% dessas crianças melhoram com o tratamento e têm a chance de se igualarem aos colegas de estudo.
Apesar dos mitos envolvendo os medicamentos utilizados para o tratamento do Déficit de Atenção e Hiperatividade, cada vez mais os pais e mães reconhecem que o não-tratamento pode gerar impactos irremediáveis para a vida inteira. Reprovações, suspensões, expulsões, recuperações e outras medidas disciplinares ou pedagógicas exercidas sobre essas crianças com dificuldade e mal compreendidas podem causar cicatrizes que marcarão toda a existência da pessoa.

É possível mudar o futuro de quem tem TDAH

Oferecemos os tratamentos mais modernos, dimensionados segundo a necessidade de cada criança ou adolescente. Em geral uma combinação bem estruturada de intervenções comportamentais e medicamentosas proporciona os melhores resultados. Controlar os sintomas do Déficit de Atenção e Hiperatividade no momento certo aumenta as chances de que a criança tenha um desenvolvimento normal, evitando problemas acadêmicos, sociais e psicológicos. Os benefícios dos tratamentos com especialistas superam enormemente os riscos que os medicamentos podem ter. Como em qualquer tratamento médico, o diagnóstico correto e o tratamento baseado em evidências científicas é o caminho mais seguro para a saúde dos pacientes.

O que é o Transtorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade – TDAH é um distúrbio do desenvolvimento do cérebro que interfere com o funcionamento de algumas capacidades cognitivas, como a atenção, a concentração, o autocontrole etc. Os sintomas aparecem em geral antes dos 7 anos de idade mas podem ser notados até a idade dos 12 anos, quando as demandas escolares são maiores e as deficiências aparecem mais facilmente.

Critérios diagnósticos do TDAH

Para se fazer o diagnóstico de TDAH é preciso que o paciente infantil tenha no mínimo 6 sintomas de déficit de atenção e/ou 6 sintomas de hiperatividade de uma lista de sintomas característicos. Além disso, é preciso que esses sintomas sejam fortes e frequentes o suficiente para afetar negativamente o funcionamento em pelo menos 2 aspectos da vida, como o acadêmico e o familiar. Por fim, os sintomas de déficit de atenção ou hiperatividade devem estar presentes por pelo menos 6 meses e não serem causados por transtorno desafiador ou dificuldade de entender as tarefas.
Até recentemente, pessoas com Transtorno do Espectro Autista não podiam receber o diagnóstico de TDAH mesmo que apresentassem todos os sintomas. Porém, com uma revisão dos critérios diagnósticos no DSM-V (Diagnóstico Estatístico de Doenças Mentais), abriu-se a possibilidade de se diagnosticar e tratar o Déficit de Atenção em pessoas com autismo e isso foi muito bom para esses pacientes.

Quais as causas do Déficit de Atenção com Hiperatividade?

Não se sabe exatamente a causa do problema, mas em 85% dos casos há outros membros da família que apresentam sintomas de TDAH, sugerindo um problema genético na maioria. As pesquisas apontam já para vários genes implicados, especialmente o relacionado ao transporte de dopamina, mas a alteração de um único gene não é suficiente para produzir o fenótipo da doença. Isso quer dizer que a herança é provavelmente poligênica e há inúmeros pontos de polimorfismo no genoma que podem contribuir para os sintomas. Além disso, aspectos ambientais intra-útero como infecções, álcool, fumo e consumo de drogas impactam no desenvolvimento cerebral. Também problemas no nascimento como a falta de oxigência podem comprometer o desenvolvimento neuropsicomotor e levar aos sintomas do TDAH.

Os sintomas duram a vida toda?

Felizmente, cerca de metade das crianças com Déficit de Atenção e Hiperatividade têm uma resolução dos sintomas até chegarem na fase adulta, Isso acontece porque o cérebro pode ser capaz de se desenvolver em direção á normalidade. Se na infância em torno de 7 a 8% das pessoas têm critérios para o diagnóstico de TDAH, na fase adulta apenas 3-4% dos indíviduos preenchem tais critérios e necessitam de tratamento.
Outro número muito positivo é de que cerca de 80% dos pacientes respondem bem ao uso de medicamentos estimulantes do sistema nervoso central, como o metilfenidato e a lisdexanfetamina. De fato, o tratamento medicamentoso isolado é mais eficiente que todos os tratamentos não-medicamentosos. O melhor cenário é o da combinação do tratamento com psicoterapia cognitiva e comportamental, acompanhamento pedagógico e medicação apropriada. Os estudos ainda mostram que quanto mais cedo se inicia o tratamento, melhor é o resultado e maior a chance de não precisar continuar tomando remédios na fase adulta.
Finalizando, o diagnóstico de TDAH deve ser realizado sempre por um médico. Embora os psicólogos possam identificar os sintomas por meio de escalas e os testes neuropsicológicos evidenciem as alterações cognitivas, são necessários exames complementares e a intervenção médica para descartar outras doenças neurológicas ou gerais que podem cursar com sintomas semelhantes.

Quais são os sintomas do Déficit de Atenção e Hiperatividade?

Os sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade são descritos no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais na sua quinta edição na forma de duas listas: uma com os sintomas de desatenção e outra com os sintomas de hiperatividade e impulsividade.

Quando se fala em TDAH, as pessoas pensam principalmente na hiperatividade e logo imaginam os meninos inquietos. Entretanto, são 3 os sintomas centrais: a desatenção, a hiperatividade e a impulsividade.

O que é o Déficit de Atenção?

O Déficit de Atenção, ou simplemente desatenção, é a dificuldade de focar a atenção em coisas necessárias no momento, como uma aula escolar, ainda que não sejam naturalmente estimulantes. Isso significa que um cachorro que late no portão vai chamar a atenção de uma criança com TDAH do mesmo modo que uma criança sem problemas de atenção, mas a tarefa que não agrada será um desafio para quem não consegue controlar sua própria capacidade de foco. Também os videogames são bastante excitantes e deixam as crianças e adolescentes extremamente ligados. Todavia, manter a concentração em uma aula ou numa paisagem monótona requer um esforço voluntário contínuo que uma pessoa com TDAH não consegue sustentar. Além disso, a desatenção em pessoas com Déficit de Atenção também se manifesta como uma facilidade de distração. Coisas que acontecem ao largo da tarefa principal, como barulhos dos colegas na sala de aula ou um passarinho na janela absorvem rapidamente a atenção, desviando o foco da explicação do professor.

O que é a Hiperatividade?

A hiperatividade se caracteriza por uma inquietação que pode ser física, mental, vocal ou tudo junto! Pessoas com TDAH com predomínio de hiperatividade não conseguem ficar muito tempo paradas ou fazendo a mesma coisa. Participar de uma atividade de lazer feita de forma calma, como jogar um jogo de tabuleiro ou de cartas, gera uma ansiedade grande porque a criança quer se movimentar. Enquanto estão assistindo à TV, mudam constantemente de posição. Tenho alguns pacientinhos que se deitam até nos apoios de braços do sofá. Quando chegam na puberdade, a inquietação motora tende a diminuir, mas a vocal e mental podem permanecer. Isso se reflete no comportamento social, no qual o menino ou a menina parece querer ser o centro das atenções e fala sem parar. A hiperatividade também pode causar dificuldade na hora de dormir porque o adolescente não consegue dar um basta á atividade mental e relaxar para poder pegar no sono.

A Impulsividade é o terceiro sintoma do TDAH

A impulsividade é uma manifestação de disfunção executiva das regiões frontais do cérebro na qual as etapas de planejamento, preparação e avaliação de consequência de um ato intencional ficam prejudicadas. A pessoa impulsiva parte direto para a ação logo no primeiro impulso de vontade, sem pesar os riscos existentes ou os efeitos de sua atitude sobre si mesma e sobre os outros. Isso pode deixar as pessoas com TDAH mais sujeitas a acidentes durante brincadeiras, a colisões com automóveis, a problemas de socialização e até a gestações não planejadas ainda na adolescência. Com uma certa frequência, a criança com hiperatividade não consegue se colocar no lugar do outro e não sabe avaliar o impacto que suas palavras ou ações têm sobre o sentimento de seus amigos. Isso também é um sintoma de impulsividade e gera dificuldade de cognição social.

Vejamos a lista de sintomas a serem pesquisados pelos profissional de saúde, de acordo com o DSM V.

1. DESATENÇÃO:

a) Muitas vezes, deixa de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido na escola, no trabalho ou durante outras atividades.

b) Muitas vezes tem dificuldade em manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas (por exemplo, tem dificuldade em permanecer focado durante as palestras, conversas ou leitura longa).

c) Muitas vezes parece não escutar quando lhe dirigem a palavra (por exemplo, a mente parece divagar, mesmo na ausência de qualquer distração óbvia).

d) Muitas vezes, não segue instruções e não termina tarefas domésticas, escolares ou no local de trabalho (por exemplo, começa tarefas, mas rapidamente perde o foco e é facilmente desviado).

e) Muitas vezes tem dificuldade para organizar tarefas e atividades (por exemplo, dificuldade no gerenciamento de tarefas sequenciais, dificuldade em manter os materiais e os pertences em ordem, é desorganizado no trabalho, tem má administração do tempo, não cumpre prazos).

f) Muitas vezes, evita, não gosta, ou está relutante em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante (por exemplo, trabalhos escolares ou trabalhos de casa ou para os adolescentes mais velhos e adultos: elaboração de relatórios, preenchimento de formulários, etc).

g) Muitas vezes perde coisas necessárias para tarefas ou atividades (por exemplo, materiais escolares, lápis, livros, ferramentas, carteiras, chaves, documentos, óculos, telefones móveis).

h) É facilmente distraído por estímulos externos.

i) É muitas vezes esquecido em atividades diárias (por exemplo, fazer tarefas escolares, adolescentes e adultos mais velhos: retornar chamadas, pagar contas, manter compromissos).

2. HIPERATIVIDADE-IMPULSIVIDADE:

a) Freqüentemente agita as mãos ou os pés ou se remexe na cadeira.

b) Muitas vezes levanta-se ou sai do lugar em situações que se espera que fique sentado (por exemplo, deixa o seu lugar na sala de aula, no escritório ou outro local de trabalho, ou em outras situações que exigem que se permaneça no local).

c) Muitas vezes, corre ou escala em situações em que isso é inadequado (Em adolescentes ou adultos, esse sintoma pode ser limitado a sentir-se inquieto).

d) Muitas vezes, é incapaz de jogar ou participar em atividades de lazer calmamente.

e) Não pára ou freqüentemente está a “mil por hora” (por exemplo, não é capaz de permanecer ou fica desconfortável em situações de tempo prolongado, como em restaurantes e reuniões).

f) Muitas vezes fala em excesso.

g) Muitas vezes deixa escapar uma resposta antes da pergunta ser concluída (por exemplo, completa frases das pessoas; não pode esperar por sua vez nas conversas).

h) Muitas vezes tem dificuldade em esperar a sua vez (por exemplo, esperar em fila).

i) Muitas vezes, interrompe ou se intromete os outros (por exemplo, intromete-se em conversas, jogos ou atividades, começa a usar as coisas dos outros sem pedir ou receber permissão).

Tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

Tipos de tratamento para o TDAH

É interessante dividir as formas de tratamento em medicamentosos, não-medicamentosos e alternativos. Os dois primeiros são aqueles de eficácia comprovada seguindo o método científico tradicional vigente. Eles foram estudados por meio de pesquisas científicas e ensaios clínicos e confirmaram sua eficácia e segurança. Já os métodos de tratamentos alternativos não tem comprovação científica ou estão em busca dessa confirmação. Muitos deles partem de premissas ainda não comprováveis para a ciência acadêmica, como a presença de energias sutis que atuam sobre o paciente.

Sem qualquer tipo de preconceito, pois acreditamos que a ciência atual tem muitas limitações, procuramos deixar bem claro aos pais de pacientes que podemos usar métodos de eficiência e risco comprovados ou métodos sem esses critérios. Considerando que o tratamento correto pode mudar o futuro de uma criança, dando-lhe mais chances de sucesso na vida adulta, vale a pena dar o mais eficaz aos nossos pacientes.

Tratamento Psicoterápico

A psicoterapia é um grande instrumento para o tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. A modalidade de psicoterapia que tem efeitos mais comprovados é a Terapia Cognitiva e Comportamental. Sua eficácia depende de uma certa maturidade do paciente e não é recomendada para crianças, nas quais a abordagem comportamental tradicional tem mais efeitos.

O tratamento psicológico pode auxiliar em vários aspectos. Um deles é o do controle direto dos sintomas, com métodos de controle da inquietação e da ansiedade, bem como formas de organização de facilitem o desempenho no dia a dia. Além disso, o profissional de psicologia é capaz de dar instrumentos para os pais poderem lidar com a criança com TDAH, diminuindo o estresse familiar e aumentando a efetividade das práticas educativas. Por fim, é preciso trabalhar muito o emocional da própria pessoa com Déficit de Atenção e Hiperatividade que com frequência sentira sua autoestima comprometida pela falta de compreensão no meio acadêmico, profissional, familiar e social.

Tratamento Psicopedagógico

Crianças com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade têm dificuldades de aprendizado que afetam o desenvolvimento escolar. O acompanhamento psicopedagógico é fundamental para dar o reforço necessário desde os primeiros anos escolares. Precisamos lembrar que muitas crianças com TDAH são bastante inteligentes, mas não aprendem porque se distraem na sala de aula, ter a oportunidade de aprofundar os estudos e melhorar estratégias de aprendizado faz uma grande diferença.

Também recomendamos aos pais de crianças com TDAH que invistam em aulas particulares, pois estando sozinhas com os professores, as crianças aprendem muito mais. Além disso, salas de aula com menor número de alunos favorece o ensino para crianças com TDAH.

Tratamentos Alternativos

Além dos tratamentos convencionais, muitas pessoas têm tentado intervenções como a homeopatia, os florais de Bach, a medicina antroposófica, a aromaterapia, a acupuntura etc. Aconselhamos nossos pacientes e pais que esses métodos não tem eficiência comprovada e, do nosso ponto de vista, podem ser administrados em paralelo com as abordagens de eficiência comprovada.

Tomamos como base as diretrizes de tratamento de consensos terapêuticos como o NICE e o CADDRA para dizer que terapias experimentais ou alternativas como o neurofeedback não tem comprovação científica que permitam sua recomendação e o custo alto nos parece superar em larga escala os supostos benefícios. Se for para escolhermos as terapias alternativas, nossa opinião é de que as de abordagem holística promovem um maior acolhimento aos pacientes e gerarão algum benefício pelo contato humano.

Tratamentos medicamentosos

Inúmeros estudos científicos demonstram que o tratamento medicamentoso é o mais eficaz em combater os sintomas e melhorar tanto a Desatenção quanto a Hiperatividade de quem tem TDAH. Cerca de 70-80% das crianças e adolescentes com Déficit de Atenção e Hiperatividade tem uma grande melhora dos sintomas com o uso dos estimulantes do sistema nervoso central. Infelizmente, os mitos em torno dessas medicações fazem com que muitas famílias procurem primeiro os tratamentos alternativos ou não-medicamentosos, resultando na perda de um tempo precioso de vida dos pacientes, especialmente prejudicial por comprometer a vida escolar e social.

Com o acompanhamento médico consciente, os riscos dos medicamentos são minimizados e os benefícios são ampliados com a associação de intervenções não-medicamentosas eficazes como a psicoterapia, a psicopedagogia, a fonoaudiologia e outras.

Temos a maior satisfação de poder dizer para os nossos pacientes que eles já não precisam mais de remédios, quando esse é o caso. E também temos satisfação em ouvir que os medicamentos têm ajudado onde nenhuma outra intervenção foi bem sucedida.

O importante é agirmos com responsabilidade, oferecendo o que há de melhor para assegurar o bom desenvolvimento de nossos pequenos tesouros.

Como ter certeza que é o Transtorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade – TDAH?

Se você consegue se identificar com os sintomas que foram apresentados até agora, pode ser que você tenha Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. Ou talvez seja seu filho ou filha, cônjuge ou amigo de trabalho. O próximo passo é procurar ajuda profissional para a realização do diagnóstico e isso significa procurar um médico especialista na área, como o autor do presente texto. Entre em contato e marque sua consulta. Estamos prontos para atender suas necessidades e elaborar um plano de tratamento individualizado, de acordo com suas preferências e opiniões.

Saiba muito mais sobre o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade

Nesse texto fizemos uma breve exposição sobre Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade – TDAH, mas existe muito mais! Há milhares de artigos científicos e pesquisas estudando o tema e muitas dicas práticas para resolver os problemas cotidianos que podem lhe ajudar a lidar melhor com o TDAH. Veja abaixo os artigos que temos feito explicando fatos científicos e também compartilhando nossa experiência de mais de 20 anos ajudando pessoas a superarem o TDAH e florescerem em seu pleno potencial.

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Roger Taussig Soares
Neurologista SP
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